Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Love is in the air

Eu sempre fui muito despistada para algumas coisas. O Carlos diz que já tinha dado sinais mas eu sinceramente tava mesmo ceguinha que nunca vi nada. Carlos... apresentações por favor! É a minha metade, de quem tenho falado. Ultimamente tem sido aquela pessoa em quem posso confiar, com quem posso desabafar, de quem recebo mimos e carícias, de quem eu sinto saudades e estamos a criar uma boa relação. Visto ambos termos tido relacionamentos anteriores, estamos a cosntruir esta relação na base da partilha, da sinceridade e da confiança. Tudo o resto vem por acrescimo, como costumo dizer.

 

Já ouvi coisas como "ainda tás verde", "é há muito pouco tempo", "vai com calma".  Mas isso para mim não faz sentido. Eu não tou "verde", tou há pelo menos um ano a amadurecer.`É há pouco tempo, isso talvez, desde que nos começamos a conhecer melhor, mas tenho aquela estranha sensação que o conheço a minha vida toda, não a aparecêcia do Cané que eu conhecia, mas a essência do Carlos que se me deu a conhecer. Para mim é há tempo suficiente. Vou com calma, claro, primeiro o divorcio e seis meses depois o casamento, é so essa a minha calma! Entretanto vou sendo feliz... posso?! Dão liçensa, sim!!! 

 

 

sinto-me:
publicado por mena às 21:33

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Domingo, 9 de Agosto de 2009

Sempre á frente

Outro dia, li algures uma frase que me fez rir de início, mas depois fez-me pensar: "Quando alguém te dá um pontapé no cú é sinal que vais á frente".

 

Podia dizer muita coisa á cerca disso e passar a noite a dissertar sobre a ideia filosófica da afirmação.... no entanto, e porque sei que ao ler isto "muito boa gente" vai arreganhar o seu sorrizinho e pensar bem calado: "lá está ela com as suas ningisses" vou-me ficar apenas pelas palavras sábias de "não sei quem". Mas agora aqui que ninguém nos ouve, diz lá que não é verdade "coração"?!

 

 

E por falar em ir á frente, mas mudando de assunto, tenho andado muito motivada em relação ao meu passatempo favorito: bijuteria. Procurei por uma colaboradora para fazer aquilo para o qual menos jeito tenho (vender) e apareceram-me 3. Resultado, não tenho tido mãos a medir, pois até agora todas estão interessadas em continuar. Parece que afinal sempre sou "boa" nalguma coisa .

E derivado á nova etapa da mania em questão, já pensei seriamente em colectar-me nas finanças e quem sabe fazer cartão de artesão. É que já me avisaram que gente invejosa para aí é que não falta que não pode ver ninguém fazer uns trocos com o seu trabalho. E como disse no início, quando vamos á frente é sempre possível levar um pontapé no cú, caso contrário!

 

 

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por mena às 23:56

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Terça-feira, 4 de Agosto de 2009

que vida a minha!

Ás vezes penso que vida a minha!

Quando axo que fiz bem... afinal fiz errado. Quando axo que está tudo encaminhado... dou dois passos para tráz. E chego á conclusão que não tenho controlo sobre a minha vida.

Já sei há muito tempo que tudo o que fazemos afecta a vida dos outros, e que tudo o que os outros fazem acaba por afectar a nossa também. Mas mesmo assim insistimos em fazer por um motivo ou por outro... burrices? Talvez! Remédio: fecha-te no teu mundinho assim não ofendes ninguém, ninguém te ofende, não tens que dar explicações a ninguém pelo que sentes ou dizes ou fazes porque contigo só vives tu.

Às vezes até me pergunto se não terei nascido para viver só. Há excepção da minha filha, e essa ainda não tem opção, todos com quem vivi me "abandonaram" de uma maneira ou de outro. Não tenho amigos do peito, daqueles a quem contamos tudo, aqueles que nos ajudam nos momentos mais dificieis. Já os tive, mas acabaram todos por ir ás suas vidas e deixei de me identificar com eles. Tenho família é certo, mas sei que nem sempre o que digo ou faço lhes agrada, e não é muito fácil viver com a reprovação do nosso sangue. tenho colegas de trabalho mas não costumo procurá-los quando estou de férias. Posso até ser uma pessoa de fácil trato e que se dá bem com toda a gente, mas da minha porta para dentro habituei-me a viver sozinha e gosto disso. Mesmo quando vivia acompanhada (sem ser a nês) passava muito tempo sozinha, alguém me pode culpar por sentir falta disso...

 

e já sei que por escrever o que escrevi amanhã ou depois já devo ter recebido mais uma ou duas críticas e alguns pedidos de explicações... fazer o quê!

sinto-me:
publicado por mena às 18:33

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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

um dia dos tais

Sabem daqueles dias que têm tudo para correr bem mas não nos deixam satisfeitas? A Inês hoje conseguiu fazer directa acordou ás 10 da manhã e não dormiu em todo o dia, claro que ás 8 da noite tava podre de sono. Deitei-a. Fiquei com a televisão só para mim e não me apetecia ver nada. fiquei com o pc só para mim e não me aparecia ninguém com quem falar. embreenhei-me nos bijus e não tinha inspiração. olhei em volta, nada de sono, nada que me apeteça fazer so me apetecia falar com aquela pessoa. A pessoa proíbida. outro dia falamos no msn um bocadinho e a nova senhora ficou aborrecida. talvez por isso só torne a falar comigo quando ela não estiver. É raiva, podem crer. Até posso aceitar o divorcio, até posso aceitar a nova relação dele, talvez um dia até venha a ver isto com outros olhos, mas não posso, e não aceito que me tirem o meu melhor amigo. Por mais que me ocupe durante o dia o pensamento voa até ele, sem eu comandar. São muitos anos, há-de passar!

 

As reações da Inês á tarde de ontem começaram logo quando a fui buscar, perguntou o nome "daquela senhora". Que sensação estranha aquela. Não é como se eu lhe dissesse o nome das tias ou das primas para aprender a dizer. O nome só em si já trás más recordações, então ouvir a ines dizê-lo e falar da "senhora"... enfim. Talvez um dia tudo isto signifique muito pouco. 

sinto-me:
publicado por mena às 22:55

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

uma injecção de coragem

sabem aqueles dias em que sentimos que somos capazes de fazer tudo? hoje foi um "quase- dia-desses". ás vezes são pequenas coisas que fazemos e que nos deixam com gostinho bom na boca e com as ideias alinhadas. estou satisfeita (dentro do possível) e não sei bem a razão. talvez por que amanhã vou finalmente começar a tratar da papelada... ou simplesmente porque passei o dia rodeada de boa disposição e a banhar o corpinho na nova piscina insuflável que comprei para divertir a pequenada, ou talvez porque tive coragem para finalmente lhe dizer algumas que estavam entaladas... ou talvez por tudo isso.

certo é que dobrava a roupa e dei por mim a pensar em tanta coisa positiva que irá advir desta minha nova condição que até era capaz de fazer uma lista e vendo bem consegue bater aos pontos a lista das coisas más...

 

amanhã será um dia produtivo, vamos á conservatória, sinto-me dividida entre tristeza e mágoa ao pensar que há 6 anos atrás estava a ir lá para me casar... e nervosismo e ansiedade pelo que farei daqui a outros 6 anos.

 

 

sinto-me:
publicado por mena às 00:10

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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

vidas!!

nesta fase do ano, lá no meu trabalho, faz-se as inscrições das crianças que irão frequentar o ATL no próximo ano, e ao preencher a ficha de inscrição perguntamos o nome dos pais etc. outro dia, antes de sequer sonhar com esta crise da minha propria vida, deparei-me ao fazer uma dessas perguntas para a ficha da criança, com uma mãe embaraçada e com diciculdade em me responder que o pai da criança não era o marido. pois bem, por pouco preconceituosos que sejamos não conseguimos evitar pensar, já vai no segundo marido. o que não pensamos na verdade, e devíamos, é o quão dificil é para aquela mulher lutar com uma sociedade conservadora e preconceituosa. agora que me aproximo de sentir na pele esse preconceito fico com medo, não por mim, mas pela minha filha. conheci uma criança também lá do ATL cuja mãe era divorciada e normalmente o padrasto da menina é que a ia buscar. eu nunca sabia como me referir ao homem á frente da criança. até ao dia em que ela o tratou por pai. e aí é que vem a minha angustia. será que a minha filha vai passar por isso? enevitalvelmente. por muito que me custe, e custa muito podem crer, tenho de começar a pensar que um dia eu serei a mãe mas haverá outra mulher na vida do pai a quem ela poderá vir a chamar de mãe também. o que custa o dobro, porque já não bastava que alguém me retirasse o direito de viver o meu amor, também me vem tirar a exclusividade de ser mãe.

sinto-me:
publicado por mena às 15:37

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